31 de out. de 2011

Pois é...

‎Acorde, garota! Você é linda, inteligente, tem um ótimo perfume e seus olhos brilham mais que um punhado de purpurina. Por que chora? Perdeu em alguma esquina seu encanto?!
Ninguém pode tirar de você seu mais belo sorriso, motivo de idas e vindas saltitantes. Coloque sua música favorita para tocar, respire fundo e faça o que de melhor sabe fazer: ser você.

Caio Fernando Abreu


14 de out. de 2011

Gosto de ser e de gente assim, que se compromete com a felicidade, de quem valoriza o que realmente vale a pena pra viver e tem um cotidiano aliviado.
Feliz é quem se aproveita do improvável, é rir de seus próprios tropeços e se pergunta: como isso foi me acontecer? Basta estar viva pra essas sensações um dia aliviarem a sua alma, e o gosto único de renovação tomar conta da sua mente. Feliz de quem consegue se deixar em paz, quem não se tortura por ter sido contrariada e nem se castigam por não terem sido o suficiente. Apenas sabem que fizeram o melhor que puderam.
Somos o que somos, e estou feliz como sou! :)

Soundtrack:

12 de out. de 2011

Em algum dia, quando a tempestade esvaziar a mente, e o frio não se fizer presente, estarei com você e os pássaros cantarão em nossa janela, sim, com flores enfeitando. Mas nada disso será minha culpa , porque eu despertarei nos teus braços e ficarei em silêncio, nenhuma palavra será soada, pra não estragar a alegria desse instante.
 
Patty Vieira

9 de out. de 2011


Todas as pessoas têm marcas doloridas em vários lugares inesperados. Como uma caixa de pandora de suas histórias. Mapas de suas cicatrizes.
Grande parte de nossas feridas podem sarar, deixando apenas lembranças. Mas algumas são incuráveis, levamos conosco pra todos os lugares. O corte pode não ser mais visível, mas a marca por ele deixado fica ali nos lembrando a todo momento.
Quem sabe essas feridas venham nos ensinar algumas coisas. Elas servem pra lembrar aonde estivemos e o que foi superado, nos alertam de como não devemos mais fazer outras vezes. É a forma mais cômoda de pensar. Mas infelizmente não é como acontece, é? Algumas coisas temos que aprender repetidas vezes...sempre, sempre e sempre... que venham as lições!

8 de out. de 2011

É mesmo uma desordem, mas é uma desordem funcional. Tropeçando no caminho entre tentativas, erros e acertos, perdida no inevitável. Em meio ao caos, outras possibilidades vão se revelando diante de mim. A mente busca lembranças, mas não para de pensar no futuro. Um vazio pertubador em que a nostalgia toma conta do peito contrapondo a bravura  que me sacode e me manda caminhar. Me encontro assim confusa, sem disfarce e cheia de coragem tentando o melhor que posso ser. Otimista como sempre fui, buscando a minha melhor versão.

Patty Vieira